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Retirada do DIU: como é feita e quando retirar?

Retirada do DIU: como é feita e quando retirar?

Entenda como funciona a retirada do DIU, quando o dispositivo pode ser removido, se dói e quais cuidados são importantes antes e depois.

A retirada do DIU pode acontecer por diferentes motivos. Algumas mulheres chegam ao fim do período recomendado de uso, outras desejam engravidar, pretendem trocar o método contraceptivo ou apresentam mudanças no ciclo e sintomas que precisam ser avaliados. Independentemente da razão, a remoção deve ser realizada por um profissional habilitado.

Na maioria das vezes, o procedimento é relativamente simples e costuma ser mais rápido do que a colocação. Os fios que permanecem no colo do útero permitem que o dispositivo seja retirado cuidadosamente durante o exame ginecológico. Algumas mulheres sentem apenas uma cólica breve, enquanto outras podem apresentar maior desconforto.

Também não é necessário esperar o DIU chegar ao fim de sua duração para retirá-lo. Mudanças nos planos reprodutivos, preferência por outro contraceptivo ou questões clínicas podem levar à remoção antes desse período.

A retirada do DIU está entre os procedimentos ginecológicos realizados pela Clínica Diagnose. Antes da remoção, a avaliação ajuda a entender o motivo da decisão e, quando não existe desejo de engravidar, a planejar outro método para evitar períodos sem proteção contraceptiva.

O DIU pode ser retirado antes do fim do período de uso

Cada tipo de DIU possui um tempo recomendado de utilização, mas esse período representa o limite previsto para o funcionamento do dispositivo e não uma obrigação de mantê-lo até o final.

A mulher pode solicitar a retirada antes desse prazo se decidir engravidar, quiser utilizar outro método contraceptivo ou simplesmente não desejar continuar com o dispositivo.

O Ministério da Saúde reforça que o DIU de cobre é um método reversível, pode ser retirado a qualquer momento e que a possibilidade de gravidez pode retornar logo depois da remoção.

Por isso, retirar o DIU é uma decisão que pode envolver tanto preferência pessoal quanto uma indicação clínica.

Como é feita a retirada do DIU?

A retirada do DIU normalmente é realizada em consultório. A paciente permanece em posição ginecológica e o profissional utiliza um espéculo para visualizar o colo do útero e localizar os fios do dispositivo.

Quando esses fios estão visíveis, eles são segurados com um instrumento apropriado e tracionados de forma cuidadosa. Durante a passagem pelo colo uterino, os braços do DIU se dobram, permitindo que o dispositivo seja retirado pela vagina.

A remoção propriamente dita costuma durar pouco tempo. Depois que o DIU é retirado, o profissional verifica o dispositivo e orienta a paciente de acordo com o motivo da retirada.

Quando existe desejo de continuar evitando uma gravidez, esse momento também serve para definir qual método será utilizado em seguida. Se a remoção faz parte do planejamento para engravidar, a conversa pode incluir cuidados relacionados à saúde antes da concepção.

Nem todas as retiradas, entretanto, acontecem da mesma maneira. A localização dos fios, a posição do DIU e outras características podem modificar a forma como o procedimento será conduzido.

Retirar o DIU dói?

A percepção de desconforto varia entre as mulheres. Quando os fios estão acessíveis e a retirada ocorre sem dificuldade, é comum sentir uma cólica breve no momento em que o dispositivo atravessa o colo uterino.

Para algumas pacientes, essa sensação é pequena e desaparece rapidamente. Outras podem sentir uma cólica mais intensa, especialmente quando existe maior sensibilidade ou necessidade de manipulação adicional.

A experiência da retirada também não precisa ser igual à da colocação. Uma mulher que sentiu dor importante durante a inserção pode ter uma remoção simples e rápida, porque os procedimentos acontecem de maneiras diferentes.

Quem possui histórico de exames ginecológicos dolorosos ou está preocupada com a retirada deve conversar sobre isso antes do procedimento. Quando existe previsão de maior dificuldade, as formas de reduzir o desconforto podem ser avaliadas individualmente.

Precisa estar menstruada para retirar o DIU?

Não é necessário esperar a menstruação para realizar a retirada.

O DIU pode ser removido em diferentes momentos do ciclo menstrual. O principal cuidado está relacionado ao que acontecerá depois que o dispositivo deixar de exercer sua função contraceptiva.

Quando a mulher deseja engravidar, a retirada pode ser planejada sem depender da chegada da próxima menstruação. Já para quem não pretende ter uma gestação naquele momento, é importante organizar antecipadamente o método que será utilizado em seguida.

Isso acontece porque a fertilidade pode retornar rapidamente após a remoção. Dependendo do novo contraceptivo escolhido e das relações sexuais que ocorreram nos dias anteriores, o momento da troca precisa ser pensado com cuidado.

Por isso, quando existe intenção de continuar evitando uma gravidez, a escolha do próximo método deve fazer parte da consulta de retirada.

É possível engravidar logo depois de retirar o DIU?

Sim. O DIU é um método contraceptivo reversível e não existe necessidade de esperar vários meses para que seu efeito desapareça depois da remoção.

A possibilidade de gravidez pode retornar rapidamente após a retirada, tanto no caso do DIU de cobre quanto dos dispositivos hormonais.

Isso não significa que todas as mulheres engravidarão imediatamente. Idade, ovulação, condições ginecológicas e outros fatores relacionados à saúde reprodutiva também influenciam a chance de gestação.

O ponto importante é que o dispositivo não continua exercendo efeito contraceptivo depois de ser retirado.

Quando a decisão de remover o DIU acontece porque existe desejo de ter um filho, esse também pode ser um bom momento para revisar hábitos, medicamentos, vacinação e outras condições de saúde. Se a gravidez for confirmada, iniciar a primeira consulta de pré-natal nas primeiras semanas ajuda a organizar os primeiros cuidados da gestação.

Ao longo dos meses, o pré-natal reúne consultas, exames e avaliações que acompanham a saúde materna e o desenvolvimento do bebê em cada fase.

Quem não quer engravidar precisa planejar outro método

A rapidez com que a fertilidade pode retornar torna o planejamento contraceptivo especialmente importante antes da retirada.

Quando a mulher pretende continuar evitando uma gravidez, o ideal é definir previamente qual método será utilizado depois do DIU. Dependendo da opção escolhida, pode ser necessário iniciar o novo contraceptivo antes da remoção ou utilizar preservativo por determinado período.

A orientação muda conforme o método escolhido. Pílulas, implantes contraceptivos, injetáveis e a colocação de um novo DIU, por exemplo, não seguem necessariamente a mesma estratégia de transição.

Planejar a troca ajuda a evitar uma janela sem proteção contraceptiva quando uma gravidez não faz parte dos planos naquele momento.

O que acontece quando os fios do DIU não estão visíveis?

Os fios são importantes porque normalmente permitem uma retirada simples. Em algumas situações, entretanto, eles não são visualizados durante o exame ginecológico.

Isso não significa automaticamente que o dispositivo tenha sido expulso ou esteja fora do útero. Os fios podem ter se retraído para dentro do canal cervical ou para a cavidade uterina.

Quando eles não estão acessíveis, é importante localizar o DIU antes de definir a forma de retirada. O ultrassom pode ser utilizado para verificar se o dispositivo permanece dentro do útero e avaliar sua posição.

Dependendo do resultado, o profissional pode utilizar instrumentos específicos para localizar os fios ou remover o dispositivo. Em situações menos frequentes, pode ser necessário recorrer a outra técnica para realizar a retirada com segurança.

Por esse motivo, não é indicado tentar puxar os fios ou retirar o DIU por conta própria.

Um DIU fora de posição sempre precisa ser retirado?

Quando existe suspeita de deslocamento, a primeira etapa é avaliar onde o dispositivo está localizado e quais são as circunstâncias clínicas.

A posição do DIU, o tipo utilizado, a presença de sintomas e a possibilidade de redução da eficácia contraceptiva são fatores que podem interferir na conduta.

Dor pélvica persistente, mudança importante no padrão de sangramento ou alteração na percepção dos fios podem justificar uma avaliação mais detalhada. Nesses casos, o ultrassom pode ajudar a verificar a localização do dispositivo.

A decisão sobre manter ou retirar o DIU deve ser feita depois dessa avaliação. Tentar interpretar a posição apenas pela percepção dos fios ou manipular o dispositivo em casa não permite saber com segurança o que está acontecendo.

O que pode acontecer depois da retirada?

Após uma retirada simples, podem ocorrer uma cólica leve e pequeno sangramento. Em geral, essas manifestações são transitórias.

O comportamento do ciclo menstrual nos meses seguintes também depende do tipo de DIU que estava sendo utilizado.

Mulheres que utilizavam um dispositivo hormonal e passaram a menstruar pouco ou ficaram sem sangramento podem perceber o retorno gradual do padrão menstrual anterior.

Com o DIU de cobre, alterações como aumento do fluxo e das cólicas que estavam relacionadas ao dispositivo podem diminuir depois da remoção.

Cada organismo, porém, responde de maneira diferente. Dor intensa, sangramento muito importante, febre, corrimento incomum ou outros sintomas que surgirem após o procedimento precisam ser avaliados.

O DIU pode ser retirado e outro colocado no mesmo atendimento?

Em determinadas situações, a retirada de um dispositivo e a colocação de um novo DIU podem ser planejadas no mesmo atendimento.

Isso pode acontecer quando o dispositivo chegou ao período indicado para troca e a mulher está satisfeita com esse tipo de contracepção ou quando existe a decisão de mudar para outro modelo de DIU.

Antes da nova inserção, o profissional avalia se existem condições para realizar o procedimento naquele momento. Histórico clínico, possibilidade de gravidez, sintomas ginecológicos e características da retirada podem fazer parte dessa decisão.

Quando a troca é planejada adequadamente, também é possível evitar uma interrupção desnecessária da proteção contraceptiva.

Perguntas frequentes sobre retirada do DIU

1. Posso retirar o DIU antes do prazo previsto?

Sim. O dispositivo pode ser retirado antes do término de sua duração quando a mulher deseja engravidar, quer mudar o método contraceptivo ou decide interromper o uso por outra razão.

2. A retirada precisa ser feita durante a menstruação?

Não. O DIU pode ser removido em diferentes momentos do ciclo. Quando não existe desejo de gravidez, o cuidado principal é planejar a contracepção que será utilizada depois.

3. Quanto tempo depois de retirar o DIU posso engravidar?

A possibilidade de gravidez pode retornar rapidamente após a retirada. Não é necessário esperar vários ciclos apenas porque a mulher utilizava um dispositivo intrauterino.

4. O que acontece se os fios do DIU não aparecerem?

A localização do dispositivo precisa ser avaliada. O ultrassom pode ajudar a verificar se o DIU permanece dentro do útero e orientar a forma mais adequada de realizar a retirada.

5. Posso retirar o DIU em casa?

Não é recomendado tentar remover o dispositivo por conta própria. A retirada deve ser realizada por profissional habilitado, que consegue avaliar os fios, a posição do DIU e possíveis dificuldades antes da remoção.

A retirada também faz parte do planejamento contraceptivo

A retirada do DIU costuma ser um procedimento rápido quando o dispositivo está adequadamente posicionado e os fios podem ser visualizados. Ainda assim, o cuidado não termina no momento em que ele é removido.

Para quem deseja engravidar, a retirada pode representar o início de uma nova etapa do planejamento reprodutivo. Para quem ainda quer evitar uma gestação, definir antecipadamente o próximo método é importante para manter a contracepção sem interrupções.

Se chegou o momento de retirar ou trocar seu DIU, agende uma avaliação com a equipe da Clínica Diagnose para realizar o procedimento com acompanhamento ginecológico e receber orientação sobre os próximos cuidados ou sobre a continuidade da contracepção.

As orientações apresentadas neste artigo seguem a rotina de acompanhamento obstétrico utilizada na prática clínica e nas principais diretrizes de assistência pré-natal.

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Iniciamos as atividades em 2005. Esse início nasceu da vontade de profissionais que já atuavam na região há vários anos, com o intuito de oferecer nossa experiência aliada a tecnologia de ponta, equipamentos modernos, sempre acompanhando a evolução dos mesmos, para população do Gama e entorno.

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